O seguimento à Cristo não comporta um coração dividido – 04/10/2017

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O seguimento a Cristo exige radicalidade em nossas escolhas e em nossa missão. Fazer a opção por Ele é colocar-se a serviço em tempo integral. O seguimento à Cristo não comporta um coração dividido, não comporta um coração que aceite se distrair com as coisas fúteis que o mundo oferece.

Investir força no Reino de Deus e dedicar-se a ele exige concentração o tempo inteiro. Olhar para traz é desequilibrar e perder-se na tarefa de ser discípulo.

O discipulado precisa ocupar o primeiro lugar em nossos corações.

Não querer desprender dos compromissos pessoais secundários é atitude de quem não compreendeu que primeiro precisamos cuidar das coisas de Deus para depois conscientes cuidar da vida ao nosso redor. Sem o cultivo de Deus em nós não conseguiremos cultivar o amor e paz em nossos corações. E assim seremos insuficientes na arte de cuidar daqueles que convivem conosco.

Precisamos anular em nós tudo aquilo que ainda é signo de morte. Precisamos deixar morrer as coisas que não nos edificam, mas que insistimos dar vida a elas. Só conseguiremos nos desprender das amarras do mundo se nos prendermos em Deus unicamente. Que não sejamos reféns das falsas seguranças que o mundo oferece.

A nossa resposta, ao chamado de Cristo precisa ser firme e convicta como a de Maria que viveu a radicalidade da vocação até as ultimas consequências, pois “quem põe a mão no arado e olha para trás não é apto ao reino de Deus”.

Que o nosso testemunho de fidelidade ao Reino de Deus anime mais pessoas para essa árdua e bonita tarefa de viver o seguimento radical a pessoa de Jesus Cristo.

Hoje dia 04 de outubro dia de São Francisco de Assis, vamos ficar com a sugestão desse santo que nos diz: “pregue sempre o Evangelho e se necessário, use palavras”. Assim seja amém.

Missionário Redentorista, Pe. Celso Cruz.

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