Começa o Novenário Jubilar: 60 anos de novenas

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Nesta quinta-feira (18), teve início o Novenário Jubilar em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Com uma programação inteiramente on-line, o novenário, além de anteceder a grande festa da padroeira, celebrada em 27 de junho, também comemora 60 anos de novenas na capital paranaense.

A novena jubilar iniciou com o Padre Lourenço Kearns, CSsR, após a Missa do Santíssimo, transmitida às 19h. As primeiras gravações foram realizadas na Capela da Glória, local onde a devoção iniciou, em Curitiba (PR). Assim, do dia 18 até o dia 26, alguns missionários redentoristas participarão do momento, apresentado sempre após a missa on-line das 19h. Os Devotos Mirins também prepararam uma “noveninha”, que será exibida antes da missa, às 18h45, no YouTube e Facebook do Santuário.

A programação também inclui uma peregrinação com o ícone de Nossa Senhora, um tríduo festivo e a grande festa, no dia 27.

Um pouco de história

A devoção teve início em 1960, na Capela da Glória, localizada na rua João Gualberto. Naquele ano, oito pessoas, reunidas com um missionário redentorista, iniciaram a novena. Unidos pela fé e pela esperança, como pensar que aqueles primeiros movimentos resultariam em algo tão grandioso e que fosse referência para a cidade de Curitiba, anos depois?

Capela da Glória, onde nove pessoas iniciaram a devoção das novenas a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em 1960. (Foto: Lucilia Guimarães/SMCS)

As quartas-feiras ganharam sentido maior com a devoção. Há quem conheceu o Santuário em um momento de enfermidade, desemprego ou outra provação, mas depois que fez sua série de novenas, não deixou mais de participar. Foram cativados por Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e se apaixonaram por Cristo.

Jubileu de 60 anos

Hoje, com 17 horários de novenas, o Santuário movimenta em torno de 30 mil pessoas a cada quarta-feira. “Celebrar 60 anos de novenas é celebrar alegrias, conquistas, restauração de relacionamentos, curas e uma pluralidade de graças recebidas. São muitos os motivos para festejar”, afirma padre Celso Cruz, reitor do Santuário.

Ele finaliza: “Fomos impossibilitados de reunir multidões para as festividades deste ano. O grupo fora reduzido fazendo memória ao início das novenas na década de 60, mas nem a fé, nem a esperança foram diminuídas. Essas, perpetuamos em nossas vidas!”

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