Assunção de Nossa Senhora – Artigo Pe. Ademar Maia, CSsR

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Assunção de Nossa Senhora, Solenidade

“Todos os Povos lhe chamarão Bem-Aventurada” (Lc 1,48).

Queridos devotos de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e seguidores do Santíssimo Redentor, no mês de Agosto, somos motivados para rezar e celebrar a espiritualidade mariana, iluminados pela Sagrada Escritura e na vivência cristã.

No horizonte do Ano do Laicato: “Sal da terra e luz do mundo”, celebramos no dia 19 de Agosto, a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. No mistério Pascal de seu Filho, Jesus Cristo, a espiritualidade Mariana, a Mariologia Bíblica teológica nos revela que Maria, a bendita entre as mulheres, foi elevada ao céu e coroada de doze estrelas. “A celebração da Assunção evoca raízes da fé dos primeiros séculos da Igreja. A Assunção é apresentada como verdade de fé divinamente revelada”. (Dicionário de Mariologia. Org. Fiores, de Stefano e Meo, Salvatore. Paulus, 1995).

Ao “celebrar a solenidade da Assunção de Nossa Senhora, a Igreja reconhece o mistério da Páscoa plenamente realizado nela. A Dormitio Virginis e a Assunção, no Oriente e no Ocidente, são as festas marianas mais antigas. Em Maria, temos um sinal bem concreto da discípula fiel, que percorre o caminho do Filho até o fim”.  (Roteiros Homiléticos do Tempo Comum I. CNBB).

Na liturgia da solenidade da Assunção, somos convidados para cantarmos agradecidos, porque Deus olhou para a humildade de sua serva. Inspirando nela nossa vida, façamos nosso o seu cântico de reconhecimento e ação de graças a Deus pela salvação que Ele opera em nossa vida. Lembremos, de modo especial, os religiosos e religiosas que trabalham em nossa Paróquia/ Santuário.

Maria, mãe da Misericórdia, “a Virgem Imaculada, que fora preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminando o curso de vida terrena, foi levada ‘a glória celeste em corpo e alma e exaltada pelo Senhor como Rainha do universo, para que se parecesse mais com o seu Filho, Senhor dos senhores (Ap 19,16) e vencedor do pecado e da morte”. (Lumen Gentium, n. 59).

 

O Dogma da Assunção de Nossa Senhora foi dado em Roma, junto de São Pedro, no ano do jubileu maior, de 1950, no dia 1 ° de novembro, festa de todos os santos, no ano XII do nosso pontificado. “Declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”. (Da Constituição Apostólica Munificentissimus, n.44).

Com a Bem-aventurada, a Mãe do Redentor Divino, cantamos as maravilhas que o Cristo fez por nós, sobretudo fazendo-nos participar integralmente do Mistério Pascal de seu Filho, Jesus Cristo. “Maria brilha no céu, assim como brilha aqui na terra como sinal da esperança segura e do conforto para o povo peregrino, até que chegue o dia do Senhor”, (LG,n.61). Mãe do Perpétuo Socorro, Cheia de graças, intercedei por nós. Amém!                                                                                  Por Ademar Maia, CSsR

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